terça-feira, 6 de outubro de 2009
Já ou Agora... If Today....
Hoje consigo interpretar esta musica de forma diferente. E quando a ansiedade de realizar o projecto de vida demora e demora e demora, que parece o coelhinho da Duracel. Mesmo sabendo de antemão que o tal desejo pode nunca acontecer. Daí viver cada momento como se fosse o último dia, recordar todos os momentos, resolver as coisas do passado. Apetece-me abraçar o mundo e realizar o meu projecto de vida. Descubro a cada dia o que quero da vida, mas consciente apenas do que posso ter dela. Sou feliz porque descobri.....
Sintam e pensem na letra desta musica que partilho! Façam o favor de serem felizes! O Raul está coberto de razão.
sábado, 3 de outubro de 2009
Já ou Agora... Divirtam-se e treinem...

O vosso inglês. Vejam com é divertido. Leiam em voz alta!
Em Português:
Três bruxas suecas e transsexuais olham para os botões de três relógios Swatch suíços. Qual bruxa sueca transsexual olha para qual botão de qual relógio Swatch suíço?
E agora em inglês:
Three Swedish switched witches watch three Swiss Swatch watch switches. Which Swedish switched witch watch which Swiss Swatch watch witch?
Afinal o que é mais dificil?
Já ou Agora.. A Crise Segundo o Albert

... Einstein pois está claro... Partilho convosco este texto brilhante.... Vamos interpretar e entender, em resumo bora lá seguir em frente!
"Não pretendamos que as coisas mudem, se fizermos sempre o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera-se a si mesmo. Quem atribui à crise os seus fracassos e penúrias, violenta o seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países, é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos arduamente. Acabemos, de uma vez por todas, com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la".
Albert Einstein
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Já ou Agora ... e o sentimento de perda

Hoje volto a falar de sentimentos... sentimento de perda, com as nuances de saudade, vontade de voltar a ter, arrependimento, correcção, falta de, voltar atrás, entendimento etc.
O homem, atinge normalmente a sua plenitude quando isto acontece: pensar, agir, imaginar, amar. O problema é o equilíbrio destes estados bem como fazê-los acontecer em sintonias melódicas... a vontade de querer mais e acima de tudo a ansia da conquista, mas também a insegurança de não os perder. A chave é potencializar tudo isto em acção.
Todos nós já experimenta mos, situações emocionalmente positivas e negativas. Nas negativas normalmente aparece a confusão. Por uma acção que pode ser verbal, de atitude, de omissão etc. Coisas que por vezes podem parecer não ter pés nem cabeça, onde a informação é difícil de entender. É neste campo que normalmente as mulheres levam a melhor, com o seu controlo emocional, com a génese da sua forma de pensar e com o seu sexto sentido. Admito que são mais evoluídas que nós homens, a começar pelo facto de conseguirem fazer mais que uma tarefa ao mesmo tempo, que inveja!. Agora e quando se conjuga, sentimentos de afectividade, projectos de vida, cumplicidade, necessidade de estar e partilhar ou a simples necessidade da presença e toda esta ânsia de acção se conjuga e leva a um limite de distanciamento, irritabilidade, falta de paciência, rabujisse, tudo isto pela contradição de querer e não poder e de adorar ter poder para ter. Relega completamente para o sentimento de perda porque provocou um distanciamento, pela a acção da discussão, falta de entendimento ou pela simples saudade de voltar a ter os momentos. Pode ser fácil de resolver toda esta questão: pelo afastamento, pela ausência, pela quebra de rotinas e acções.... Mas o que acontece se a emoção descontrola a racionalidade desta decisão de acções? Que acontece quando as pessoas ficam irritadas por esta falta de controlo, de assumir a inércia de não conseguir ter a atitude mais racional. Eu irrito-me profundamente... mas adoro a sensação de quando consigo não ser racional e deixar-me seguir pela emoção de querer ter essa emoção apesar de por vezes não poder. Sabe bem, é divino, faz recordar, projectar o futuro, dá a doce sensação louca de plenitude... Normalmente com estes sentimentos de perda quando estes próprios sentimentos são puros e de querer pode acontecer duas de uma. Conseguir corrigir, voltar atrás e reformular ou então pura e simplesmente perder por um tempo a prazo ou definitivamente. O povo costuma dizer que só se dá valor às coisas quando as perdemos e para que tal não aconteça, tanta acção terá que se fazer, tanta presença mental do que se quer realmente se tem que ter para que evitemos o sentimento de perda e se atinja o sentimento de plenitude... Eu tento não conseguir viver muitos sentimentos de perda.... prefiro conquistar a plenitude, mesmo que tal me custe muitos dissabores... Viva a emoção!
Nota: Imagem retirada do blog madalena.blogs.sapo.pt
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Já ou Agora... Tens...

Tens mais de 18 anos?
Queres seguir uma carreira de futuro?
Queres ser autoridade e não correr o risco do desemprego?
Tens a ambição de conduzir sem cinto de segurança?
Sempre sonhaste em conduzir com uma mão no volante e com o braço de fora?
Tens a vontade de andar com a cabeça de fora e de pé no banco do condutor?
Tiveste sempre a vontade de ter um Cabriolet?
Sempre quiseste andar sobre uma linha continua?
Força junta-te a esta força de elite.
Vem para a Brigada....
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Já ou Agora... incondicionalmente o pais vai mudar

terça-feira, 29 de setembro de 2009
Já ou Agora... e as eleições
A nossa democracia tem mais de 30 anos. Nunca se deve desprezar a vontade da decisão dos eleitores. Em diversas eleições já realizadas, o povo Português demonstra elevação nas suas escolhas, ou seja, sabe o que quer. E que conclusões podemos tirar dos resultados? a saber:1. O Portugueses não viram alternativa a José Sócrates, daí o facto de lhe terem dado a vitória;
2. Contudo não lhe deram maioria absoluta, uma forma de penalização pelos 4 anos de governação;
3. Os Portugueses contudo também demonstraram que ao não dar maioria absoluta ao PS, também disseram que não desejavam acordos ou coligações à esquerda. Facto relevante ao verificar que o PS não consegue maioria com acordos isolados com o BE ou CDU. O acordo possível para uma maioria seria acordos com PS,BE e CDU em simultâneo o que parece bastante difícil que aconteça.
4. Os Portugueses também disseram que não perceberam a mensagem que o PSD transmitiu ao eleitorado. Não confiaram. Não viram futuro. Com isto o eleitorado do centro e centro direita, preferiu na dúvida votar CDS e dar oportunidade ao discurso pragmático e incisivo que Paulo Portas realizou durante a campanha.
5. O eleitorado prefere que Sócrates, continue a governar com acordos à direita. Com o CDS, muito provável e com o PSD em matérias mais especificas e importantes no âmbito nacional.
6. Os Portugueses também disseram que estão cansados destas guerrilhas e diz que disse que os políticos demonstraram durante a campanha e deram um sinal com este resultado apelando ao bom senso de quem lidera o país.
7. O PS terá que mudar, ser menos arrogante, dialogar mais com os partidos da oposição, pensar mais e agir pensando em Portugal.
8. Este cenário de parlamento nunca existiu em Portugal e nos próximos dois anos no mínimo teremos que viver com ele, isto porque formalmente é quase impossível um cenário de queda do governo e eleições antecipadas.
9. A dúvida é: Será que os políticos vão compreender a mensagem dos eleitores e pensar primeiro em Portugal, quase como uma unidade nacional para sairmos do cenário negro em que o país se encontra?
A ver vamos.
domingo, 27 de setembro de 2009
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Já ou Agora... Na minha terra....
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Já ou Agora ... Um momento

... para dedicar, após pensamentos e sensações pessoais, saltou-me aos olhos este poema do grande homem Eugénio de Andrade.
desce à garganta, invade a água.
No teu peito é que o pólen do fogo se junta à nascente,
alastra na sombra.
Nos teus flancos é que a fonte começa a ser rio de abelhas,
rumor de tigre.
Da cintura aos joelhos é que a areia queima,
o sol é secreto, cego o silêncio.
Deita-te comigo. Ilumina meus vidros.
Entre lábios e lábios toda a música é minha.
Eugénio de Andrade, in "Obscuro Domínio"

