quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Já ou Agora ... Feliz Ano 2010




A todos um bom ano de 2010. Este já falta pouco para passar. Em jeito de prenda deixo-vos 2 prendas. Um Poema de Vinicius de Morais e uma musica boa para dançar cheia de pujança que é o que todos precisamos para 2010.

Soneto a 4 Mãos

"Tudo de amor que existe em mim foi dado.
Tudo que fala em mim de amor foi dito.
Do nada em mim o amor fez o infinito
Que por muito tornou-me escravizado.
Tão pródigo de amor fiquei coitado
Tão fácil para amar fiquei proscrito.
Cada voto que fiz ergueu-se em grito
Contra o meu próprio dar demasiado.
Tenho dado de amor mais que coubesse
Nesse meu pobre coração humano
Desse eterno amor meu antes não desse.
Pois se por tanto dar me fiz engano
Melhor fora que desse e recebesse
Para viver da vida o amor sem dano."

Vinicius de Morais

E agora dancem e sintam a musica, a mim alivia..... e nos posts que coloco aqui tudo tem significado e está intimamente relacionado.

Nneka - HeartBeat

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Já ou Agora ... Paixão




Hoje, tive um jantar muito agradável que vou ter imensa vontade de repetir. Aqueles jantares que parece o o tempo voa.... E quando isto acontece é porque a conversa é interessante. O homem que estava à minha frente vive a vida com a paixão do que realiza no seu dia a dia. Dá gosto! Esta paixão eu admiro, a paixão vivida na vida pessoal e profissional. Por vezes posso parecer lamechas, mas quem inventou o amor e a realização com paixão foi quem descobriu efectivamente a roda. o mundo tem que ser assim. O problema é que as paixões são efémeras, definam efémeras no tempo!!!!!!
Eu tenho duas paixões e não desisto delas. Acho que quem me conhece sabe quem são! Não digo quais são, mas descobri e não as deslargo, por muito que me custe a mim ou a quem me rodeia não desisto!
Admiro quem vive com paixão e dá a ensinar essa paixão.
Fica aqui o registo de um belo final de dia, seja feito o tributo.

Segue com Paixão

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Já ou Agora ... Frases de 2009




Estamos a chegar ao final de um ano. O ano de 2009. E olhando para trás, penso que é um ano que poderia ter sido melhor, para não dizer mau. Mas isto de esperarmos anos melhores, penso que acontece no final de cada ano.


Sinto saudades de dizer "Este ano foi mesmo bom". Muita coisa mudou neste ano.

Mas eu ainda não pretendo fazer aqui um balanço de 2009, apenas realçar algumas frases ditas para nos rirmos ou não:


"As ilusões pagam-se caras."Cavaco Silva, na mensagem de Ano Novo


"Cautela com os amores. Pensem duas vezes em casar com um muçulmano. Pensem, pensem muito seriamente. É meter-se num monte de sarilhos que nem Alá sabe onde é que acabam."D. José Policarpo, numa sessão na Figueira da Foz


Não se resolve o problema da sida com a distribuição de preservativos. Pelo contrário, o seu uso agrava o problema." Papa Bento XVI, em visita pastoral a Angola


"A culpa da crise é dos banqueiros brancos de olhos azuis."Lula da Silva, após um encontro com Gordon Brown, em Brasília


"Vocês não vêem o telejornal da TVI à sexta-feira? Aquilo é uma caça ao homem, é um espaço noticioso feito por ataque pessoal movido por ódio."José Sócrates


"Sou um matador, um conquistador. Não há escândalo."Sílvio Berlusconi


"[Os corninhos] não eram para ele [Francisco Louça]. Eram para Bernardino Soares, que me chamou mentiroso por causa das minas de Aljustrel."Manuel Pinho


"Ainda sou do tempo em que os homens gostavam de mulheres."Baptista Bastos


"Não sei se o excesso de publicidade do corpo feminino não estará na origem da explosão da homossexualidade."Almeida santos


"Ainda uso uma linha de coca, de vez em quando. Ou uma estrelinha e charros, se passam ao meu lado."Jorge Palma


"A Bíblia é um manual de maus costumes, um catálogo de crueldade e do pior da natureza humana."José Saramago, no lançamento de Caim


"Para mim, na vida, um vintém é um vintém, um cretino é um cretino. São valores absolutos"Manuel Machado, após o jogo com o Benfica


"Se ele [Isaltino Morais] consegue fazer toda esta obra e ainda leva dinheiro para casa, então é um homem notável."Otelo Saraiva de Carvalho


"É bem feito. O país votou nessa cambada. O país prefere a porcaria. Já está formatado para viver nela e com ela. Sirvam-se. Ponham-se a jeito. Besuntem-se."Vasco Graça Moura


quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Já ou Agora ... Feliz Natal

Feliz Natal, na companhia de quem mais amam, são os meus votos para todos os leitores deste blog. Vivam intensamente com carinho todos os momentos que podem não voltar.
Deixo-vos um video nostalgico que ficou na memória de uma geração.



quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Já ou Agora ... Hoje no Aeroporto de Lisboa...

... aconteceu algo surpreendente. Foi Marketing verdadeiro ou Flash Mob? Pelas imagens fico confundido, mas uma coisa é certa, foi bem divertido!
Giro de ver o video abaixo:

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Já ou Agora ... Prenda...

Já ou Agora... a minha prenda antecipada de Natal para todos os visitantes deste Blog.
No ano de 2009 ouvimos de uma forma cansativa a palavra crise e eu decidi dar uma prenda para vocês brincarem com ela.
Joguem e Divirtam-se com A Pequena Grande Crise!

Feliz Natal a todos sem excepção, aos que gostam deste espaço e aos que nem por isso. Sejam felizes Já ou Agora! NOP sejam Imediatamente

Já ou Agora ... Dezembro




Não sei porquê, eu que não acredito nas coincidencias, mas que as há, lá isso há... Sempre detestei Novembro... e as coisas más acontecem-me nesse mês. Em contraponto em Dezembro acontecem-me as coisas mais extraordinárias da vida, que implicam mudança, seguir em frente um novo rumo. Um mês bom em todos os sentidos, tanto profissionais como pessoais. Apesar deste mês ser o que tenho de mais encargos, é o mês onde me acontece o que de mais importante existe na minha vida. Viva Dezembro.... Gosto de todos os 2 que compõem Dezembro.
Em Dezembro sou mesmo feliz!
Fiquem com uma musica que para mim teve significado em Dezembro e mudou a minha vida.


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

Já ou Agora... A rotina...

Detesto rotina, mas gosto deste anuncio, leiam e vejam.... é um anúncio da Natura

“A ideia é a rotina do papel
O céu é a rotina do edifício
O início é a rotina do final
A escolha é a rotina do gosto
A rotina do espelho é o oposto
A rotina do jornal é o facto

A celebridade é a rotina do boato
A rotina da mão é o toque
A rotina da garganta é rock
O coração é rotina da batida

A rotina do equilíbrio é a medida
O vento é a rotina do assobio
A rotina da pele é o arrepio
A rotina do perfume é a lembrança

O pé é a rotina da dança
Julieta é a rotina do queijo
A rotina da boca é o desejo
A rotina do caminho é a direcção

A rotina do destino é a certeza
Toda rotina tem sua beleza”

Já ou Agora ... You've Got a Friend??


Vale por mais que mil e uma palavras.... Mas o Post é uma pergunta para responderem....


Já ou Agora ... Notte Sento

Uma curta para partilhar e sentir....





e de seguida partilho Vinicius de Moraes, desfrutem.

"E por falar em saudade onde anda você
Onde andam seus olhos que a gente não vê
Onde anda esse corpo
Que me deixou louco de tanto prazer
E por falar em beleza onde anda a canção
Que se ouvia na noite dos bares de então
Onde a gente ficava,onde a gente se amava
Em total solidão
Hoje eu saio da noite vazia
Numa boemia sem razão de ser
Na rotina dos bares,que apesar dos pesares
Me trazem você
E por falar em paixão, em razão de viver
Você bem que podia me aparecer
Nesses mesmos lugares, na noite, nos bares
Onde anda você."

Já ou Agora ... e os principios das relações




Hoje apetece-me falar das relações. Raramente hoje encontramos relações duradouras, sejam elas de amizade, amor, companheirismo, profissionais etc. Onde pairam os valores das relações de respeito, de valores e de pura amizade. Aquela celebre frase que basta a palavra para cumprir um acordo, seja ele de que espécie for, cada vez se esvai mais. Podem chamar-me retrogrado, que não vivo neste mundo etc. Mas onde pairam esses valores? Será porque hoje o mundo é muito mais global? Será pelo facto das pessoas cada vez conhecerem mais pessoas e irem em busca de algo mais que o esquecimento desses princípios faz esquecer todos os valores da dignidade humana. Costumo dizer algumas vezes que o meu sonho é chegar aos 99 anos, andar na rua de cabeça levantada e sentir orgulho na vida que vivi. Sei que esta parte do orgulho vale o que vale.
Mas porque razão as pessoas se esquecem rapidamente das atitudes que tiveram, dos princípios que foram ensinados e que adquiriram? Todos cometemos erros de algo que omitimos, em que pensamos que dissemos tudo sem dizer, de palavras que foram mal interpretadas, de comentários que de tanto passar a palavra foram desvirtuados. Todos estes princípios colocam toda uma vivência em sociedade em questão, será que vale a pena? Não gosto nada dos paladinos da verdade que o parecem ser para atingir algo mais. Podem aqui chamar-me o mesmo, eu também cometo os meus erros apesar de acreditar ao contrário de muitos que acertar é que é humano.
O que hoje parece ser e a seguir já é algo na realidade completamente diferente é uma constante do dia a dia.
Este tipo de relações no nosso dia a dia é cada vez mais comum. Façam um exercício, pensem para vós próprios, em quantos amigos, colegas de profissão ou conhecidos confiam mesmo, daqueles que naqueles momentos necessários da vida lá estão. Eu tive essa experiência, alguns lá estiveram e outros surpreenderam, porque sem parecer ser estavam lá. Este mundo materialista dá muito jeito a todos, a mim sem excepção, contudo o mundo dos princípios, da verdadeira natureza, da solidariedade, da amizade e amor puro não devemos deixar que deixe de existir.
Hoje tenho vontade de me imaginar com 99 e dizer que tenho pelo menos uma grande amizade daquelas para a vida com mais de 50 anos. Que saboroso que é!
Mais uma divagação da minha parte para pensarmos.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Já ou Agora ... Desilusão


Segue um texto para partilhar que para alguns é considerado um dos maiores romancistas do seculo XX e nobel da literatura em 1929:


Desilusão de Thomas Mann


"Confesso que fiquei totalmente desorientado depois da conversa com este extraordinário indivíduo.
Tenho receio de estar ainda em estado de contar o caso de tal modo que venha a afectar outras pessoas como aconteceu comigo. Provavelmente, esse efeito foi devido em grande parte à candura e ao tom amistoso com que um desconhecido se abriu ante mim.
Reparei no desconhecido, pela primeira vez, há cerca de dois meses, numa tarde de Outono, na Piazza di San Marco. Andava pouca gente na rua; mas na espaçosa praça, as bandeiras ondulavam impelidas pela brisa marítima, diante dessa sumptuosa maravilha de cor e linha que se ergue com um luminoso encantamento contra um sol ligeiramente azulado. Por detrás da porta principal, uma rapariguita estava a deitar milho aos pombos que acorriam, em nuvens cada vez mais numerosas, de todos os lados. Um quadro alegre e festivo.
Encontrei-o na praça e estou ainda a vê-lo nitidamente enquanto escrevo. Era bastante abaixo da estatura média e um pouco curvado, passeando com vivacidade e agarrando a bengala atrás das costas.
Usava um chapéu de coco, um casaco leve de Verão e umas calças escuras listradas. Não sei porquê, tomei-o por um inglês. Tanto podia ter trinta anos como cinquenta. O seu rosto estava bem barbeado, com um nariz grosso e uns olhos negros cansados; em redor da sua boca brincava constantemente um sorriso inexplicável e, de certo modo, simples. Mas, de vez em quando, olhava em volta inquieto, depois punha os olhos no chão, murmurava algumas palavras para si, sacudia a cabeça e caía de novo no mesmo sorriso. Deste modo caminhava na praça, perseverante, de um lado para o outro.
Depois desse primeiro encontro, passei a reparar nele todos os dias; porque me parecia não ter outra ocupação além de passear para baixo e para cima, trinta, quarenta ou cinquenta vezes, com o bom ou o mau tempo, sempre só e sempre com aquele extraordinário aspecto.
Na noite que pretendo descrever tinha havido um concerto por uma banda militar. Eu estava sentado numa das pequenas mesas do café Florian que estavam espalhadas na Piazza; e quando, após o concerto, a multidão começou a dispersar, o meu desconhecido, com o seu habitual sorriso vago, sentou-se numa cadeira livre perto de mim.
A noite seduzia, o cenário tornava-se cada vez mais sereno, em breve todas as mesas ficaram vazias. Apenas alguns vagabundos partiram, a majestosa praça ficou envolvida em paz, o céu, por cima, multiplicou-se em estrelas; uma grande meia lua pendia sobre a espectacular fachada de San Marco. Eu tinha estado a ler o jornal, de costas viradas para o meu vizinho, e estava para lhe ceder o campo quando fui obrigado, pelo contrário, a virar-me na sua direcção. Apesar de não ter ouvido nenhum som, ele começou subitamente a falar:
«Está em Veneza pela primeira vez, senhor?» perguntou ele, num francês bastante mau. Quando tentei falar-lhe em inglês, ele continuou em correcto alemão, falando em voz baixa, áspera e tossindo frequentemente para a tornar mais clara.
«Está vendo tudo isto pela primeira vez? Concordou com as suas esperanças? Ultrapassou-as? Não a tinha imaginado mais bela do que na realidade é? Na verdade? Não estará a dizer isso com o fim de parecer feliz e digno de inveja? Ah!» Ele inclinou-se para trás e olhou para mim, pestanejando rapidamente com uma expressão inexplicável e serena.
A pausa que se seguiu durou algum tempo. Eu não sabia como havia de continuar a conversa e uma vez mais ia partir quando ele, precipitadamente, se inclinou para mim.
«Sabe, meu caro senhor, o que é a desilusão?» perguntou, num tom baixo e apressado, agarrando a bengala com ambas as mãos. «Não o mau êxito em pequenos assuntos insignificantes, mas a desilusão grande, geral, que engloba tudo, tudo o que faz parte da vida? Não, claro, não sabe. Mas eu tenho sido acompanhado por ela desde a juventude; ela tornou-me solitário, infeliz e, não o nego, um pouco excêntrico.
«O senhor não pode, claro, compreender de repente o que eu quero dizer. Mas devia. Peço a sua
atenção durante alguns minutos. Porque se isto pede ser contado, é possível fazê-lo em poucas palavras.
«Posso começar por dizer que descendo duma família de clérigos, numa pequena cidade. Em nossa casa reinava a absoluta limpeza e o patético optimismo dum ambiente inteligente. Respirávamos uma atmosfera estranha, cheia de retórica de púlpito, de grandes palavras para o bem e o mal, belas e desprezíveis, que eu odiava amargamente - são elas mesmo, talvez, a causa de todos os meus sofrimentos.
«Para mim a vida consistia inteiramente nessas grandes palavras; porque não conhecia mais do que as grandes emoções infinitas, metafísicas que elas despertavam em mim. Do homem, eu esperava a virtude divina ou a horrenda perversidade; da vida, ou a beleza mais arrebatadora ou o mais completo horror; e estava cheio de avidez por tudo isso e de uma saudade profunda, atormentada, por uma realidade mais ampla, por uma experiência não importa de que género, fosse uma ventura gloriosa e intoxicante ou uma angústia indizível.
«Recordo, senhor, com uma dolorosa nitidez, o primeiro desapontamento da minha vida; e rogo-lhe que observe que este não tem nada a ver com o malogro de esperanças particulares, mas com um triste acontecimento. Uma noite, houve um incêndio em casa de meus pais, quando eu pouco mais era que uma criança. Espalhou-se insidiosamente até que o primeiro andar ficou em chamas, chegou ao meu quarto e não tardou a alcançar as próprias escadas. Fui eu quem o descobri, e lembro-me que comecei a berrar pela casa, batendo as palmas: «Fogo, fogo!» Sei exactamente o que disse e que sentimentos respiravam nas minhas palavras, ainda que nessa altura dificilmente teriam aflorado à minha consciência. «Então isto», pensei, «é um fogo. É afinal, como ter a casa em chamas. Tanta coisa para isto?»
«Deus sabe que era um caso bastante sério. Toda a casa ardeu e apenas a família foi salva com grande dificuldade, e eu cheguei a sofrer algumas queimaduras. E teria sido falso dizer que a minha fantasia poderia ter pintado alguma coisa pior do que o incêndio de minha casa. No entanto, devia ter existido em mim alguma ideia vaga dum acontecimento ainda mais horrível, em comparação com o qual a realidade parecia insípida. Este incêndio foi o primeiro grande acontecimento da minha vida. E deixou-me defraudado na minha esperança de coisas horrorosas. «Não receie que eu continue a contar-lhe pormenorizadamente os meus desapontamentos. Basta-me dizer-lhe que alimentei cuidadosamente as minhas magníficas esperanças na vida com o conteúdo de um milhar de livros e com as obras de todos os poetas. Ah, como aprendi a odiá-los, esses poetas que pintavam as suas grandes palavras em todas as paredes da vida - porque não tinham poder para as escrever no céu com lápis mergulhados no Vesúvio! Acabei por pensar que todas essas grandes palavras eram uma mentira ou uma troça.
«Os poetas extáticos têm dito que a palavra é pobre: «Ah, quão pobres são as palavras», cantam eles.
«Mas, não, senhor. As palavras, julgo eu, são ricas, são extraordinariamente ricas, comparadas com a pobreza e as limitações da vida. A dor tem os seus limites: a dor física, na inconsciência, a mental no torpor; não difere da alegria. A nossa humana necessidade de comunicação encontrou uma maneira de criar sons que se estende para além destes limites.
«É minha a culpa? Será erro meu que certas palavras possam correr e acordar em mim a intuição de sensações que não existem?
«Saí para essa vida que eu cuidava tão maravilhosa, esperando que uma, uma única, experiência
correspondesse às minhas grandes esperanças. Valha-me Deus, nunca o consegui. Tenho percorrido todo o planeta, visto as mais extraordinárias paisagens, todas as obras de arte sobre as quais têm sido pródigas as mais extravagantes palavras. Fiquei perante elas e murmurei: «É belo. No entanto, será tudo?»
«Não tenho o sentido do actual. Talvez esteja aí o busílis. Uma vez, num ponto qualquer do mundo, estive junto dum profundo e estreito desfiladeiro nas montanhas. Fitei as rochas erguidas em perpendicular, de ambos os lados e, em baixo, a água rugindo. Olhei para baixo e pensei: «Que aconteceria se eu caísse?» Mas conhecia-me bem e respondi: «Se isso fosse acontecer, tu dirias: «Agora estou a cair, neste momento estou a cair. Bem, e que tem isso?»
«Pode crer que não falo sem experiência da vida. Anos atrás apaixonei-me por uma rapariga, uma moça encantadora, e teria sido a minha alegria protegê-la e acarinhá-la. Mas ela não me correspondia, o que não é nada surpreendente, e casou-se com outro. Que experiência pode ser mais dolorosa do que esta? Que maior tortura haverá do que a agonia árida da luxúria frustrada? Multas noites fico acordado e de olhos abertos; mas a minha maior tortura reside no pensamento: «Então esta é a maior dor que podemos sofrer? Bem, e então - é tudo?»
«Posso contar-lhe a minha felicidade? Porque eu também fui feliz. E também fiquei desapontado.
Não, não preciso de continuar... Para não acumular exemplos, devo esclarecer-lhe que foi a vida em geral, a vida no seu desenrolar triste, desinteressado, normal, que me desapontou - desapontou, desapontou!
«O que é o homem?» perguntou o jovem Werter. O homem, o glorioso semideus? Não falharão os seus poderes justamente onde ele mais necessita deles? Quer adeje em alegria ou se afunde em angústia, não regressou sempre à nua e fria consciência, precisamente no momento em que ele procurava perder-se na imensidão do infinito?
«Muitas vezes tinha pensado no dia em que visse o mar pela primeira vez. O mar é vasto, o mar é grande, os meus olhos percorreram a sua imensidão e desejaram libertar-se. Mas havia o horizonte. Porquê o horizonte quando eu desejava o infinito da vida?
«O meu horizonte pode ser mais estreito do que o de outro homem. Já disse que me falta um sentido do hodierno - ou talvez o tenha demais. Talvez me fartasse ou me tivesse familiarizado cedo demais com as coisas. Estarei familiarizado dum modo demasiado adulterado com a alegria e a dor?
«Não acredito nisso e, antes de mais nada, creio naqueles cujas visões da vida são baseadas nas
grandes palavras dos poetas - tudo é mentira e covardia. E deve ter observado, meu caro senhor, que há seres humanos tão frívolos e vorazes da admiração e inveja do seu semelhante que pretendem ter experimentado as alturas da felicidade mas nunca o abismo da dor?
«Está escuro e o senhor já deixou de me prestar atenção; por isso aproveito para confessar sem pejo que tentei ser como esses homens e mostrei-me feliz perante o mundo. Mas há alguns anos que o balão desta vaidade foi furado. Agora sou só, infeliz e, não posso negá-lo, um pouco excêntrico.
«A minha ocupação favorita é contemplar, à noite, o céu estrelado - é a melhor maneira de afastar a vista da terra e da vida. E talvez me possa ser perdoado o facto de ainda perseverar nas minhas remotas esperanças. Porque sonho eu com uma vida mais livre, onde a actualidade das minhas loucas antecipações se revela sem nenhum torturante resíduo de desilusão? Com uma vida onde não há horizontes?
«Assim, eu sonho e espero que a morte venha. Ah, já a conheço bem, a morte, esse desapontamento derradeiro! No meu último momento, direi para os meus botões: «Então é esta a grande experiência - bem, e que tem isso? Que é isso, no fim de contas?»
«Mas a Piazza começa a arrefecer, senhor - isso ainda eu posso sentir - ah, ah! Tenho a honra de lhe
desejar uma muito boa noite»."

domingo, 13 de dezembro de 2009

Já ou Agora ... Destaco...



aqui, um texto que concordo quase na sua plenitude, escrito pelo Joaquim Jorge do Clube dos Pensadores. Um post sobre a amizade e para o lerem basta clicar aqui.

Certamente que o Joaquim Jorge não se importará que o divulgue via o Já ou Agora... Mas é um post que vem muito de encontro ao que penso e que merece ser lido. Eu não diria (ou escreveria) tão bem!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Já ou Agora ... O Meu Eterno Monologo Interno



Hoje decidi voltar aos post's lamechas. Quando sinto necessidade faço-o, coisas minhas que entendo e que me apetece partilhar em forma de código. Tudo o resto fica no ar. Uma forma de desabafo solitário à vista de todos. Engraçado isto da blogoesfera. Consegue-se ao mesmo tempo falar de coisas intimas, desabafar à vista de todos, mas que só um entende. Poderão até chamar de alivio cobarde. Que seja!
Muito comum se ouvir dizer, esta frase feita "Todos nós somos responsáveis por aquilo que cativamos". Eu gosto de cativar para o bem ou para o mal. E quando o Cativar desaparece?
Este Blog está quase a fazer um ano e viveu vários momentos, bons e maus, até inesqueciveis. Um ano intenso. Continua para mim próprio a ter o mesmo propósito do 1º post. Contudo neste ano, que repito, altamente intenso até ao fim, muita coisa mudou em mim e na minha vida. Não sei se estou a fazer uma mudança de ciclo, a vida é feita deles. Ainda não descobri, mas sei que nada daqui para a frente será igual, apesar de acreditar sempre no que desejo e sei que não acontecerá. Um sonho dirão!Tomam-se opções, escolhem-se caminhos, pensa-se o futuro, avalia-se o passado e procura-se o futuro.
Este ano vivi momentos unicos com uma taxa elevadissima de cada um dos momentos ser sempre diferente, pormenores intensos, tranquilidades arrebatadoras, disse coisas que nunca disse, partilhei situações inimaginaveis, descobri o que nunca pensei descobrir, mudou-me enquanto ser. Não sei se repetirei estas sensações ou se as viverei de forma diferente.
Contudo eu fiz as minhas opções, muitas delas egoístas, outras partilhadas, algumas altamente incisivas com expectativas goradas e que foram tomando outros rumos ao longo deste ano, muitas vezes por culpa minha outras porque as opções adjacentes e o rumo a seguir fizeram que tal acontecesse. Opções que não dependem só de mim, de expectativas criadas, novas cativações, rumos diferentes. É uma chatice quando se sente, se vive, se fica eufórico, se acha que conquistamos o mundo, se quer partilhar a felicidade e a euforia com o que nos rodeia, quando se idealiza projectos, pretextos, se sentem palavras ditas e ouvidas, em que achamos que o caminho sinuoso será constantemente ultrapassado porque nos sentimos invenciveis, que temos ali ao lado o que mais gostamos, queremos e nos preenche. Quando na realidade, tudo se resume a bons momentos, recordações, um flash para recordar. O desanimo aparece quando o que nos cativa continua a crescer e o que cativamos vai em sentido contrário.
Chamo a isto a euforia vivida todos os dias do que mais quero, vivida num monologo interno.
Neste ano aprendi uma coisa, por muito que mais se deseje algo e se consiga fazer acontecer, perspectiva acções futuras e imaginar os contos de fadas, o rumo da história está traçado. Importante ter a consciência sempre presente de que é preciso ter duas vontades para seguir um caminho e ter a coragem de alterar o rumo dos acontecimentos. Eu tive essa coragem em sintonias diferentes este ano. Descobri tarde, mas hoje sei o que realmente quero, sinto e desejo.
Óptimo quando a cabeça quer muito e tem esse querer. Uma grande confusão quando a cabeça sabe ou percebe que não dá e quer continuar a não acreditar na realidade. O corpo deambula porque está totalmente confuso com as instruções que a cabeça lhe fornece. Os brasileiros têm uma frase positiva e gira para isto, que é o "Cai na real"!
Acho que cai na real, o meu cérebro neste ano das duas uma, ou envelheceu 10 anos ou então ficou altamente exercitado e imune às adversidades da competição como um campeão olímpico. Fica o pensamento interno de tranquilidade. Para terminar fico neste monologo interno dizendo que descobri muita coisa, sou um sortudo, continuarei quem sabe até ao fim dos meus dias a sentir, talvez com a expectativa de que algum dia aconteçam. O que sinto, faz em mim a felicidade, vivida no singular todos os dias ao acordar e deitar deste meu monologo interno.
Sou um sortudo, mas ser sortudo magoa de caraças! Fica sempre a duvida de quem se magoa primeiro ou em ultimo, neste caso ou se ignora e se sente em monologo ou então se enfrenta, mas lá está é preciso a vontade de pelo menos dois. Prefiro a última opção.
Como disse antes, sou um sortudo, mas magoado a viver estas sensações óptimas em monologo interno de registos externos diferentes ao som de melodias que cada vez se cruzam menos na sintonia.

Nunca façam isto: "Jamais conheceremos o verdadeiro significado das palavras, que um dia, por covardia não dissemos"

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Já ou Agora... faz hoje 29 anos


.... que Francisco Sá Carneiro, faleceu num trágico acidente em Camarate. Sem dúvida que este facto fez com que o rumo da história de Portugal contemporanea tivesse um outro rumo. As causas do acidente ainda hoje estão por explicar. Atentado ou acidente? Eu acredito em atentado, contudo outros valores e interesses se levantam para que a história nunca tivesse uma conclusão.
Para mim uma referência politica, de ideologia, visão e estratégia. Como Portugal necessita hoje de políticos e de homens que fazem acontecer do calibre de Francisco Sá Carneiro. Uma boa data para discutir e fazer voltar os ideais da verdadeira social democracia, coisa que o PSD hoje anda um pouco à procura, ou seja, de definir e de passar a mensagem de facto qual é a sua ideologia. Eu continuo a ser um social democrata na verdadeira ideologia da palavra. Não sou de direita, nem sou liberal e muito menos de esquerda extrema.
Quem pretender mais informação, consultem aqui.
Segue um vídeo longo dos 25 anos da morte de Sá Carneiro, presto aqui a minha homenagem.


terça-feira, 24 de novembro de 2009

Já ou Agora... Tim...



Descubram Tim Burton
Desde o dia 22 de Novembro até 26 de Abril de 2010, vai estar patente no Museu de Arte Moderna de Nova York (MOMA), a exposição retrospectiva do famoso realizador Tim Burton.

Para aguçar apetites segue o vídeo realizado para a exposição.



segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Já ou Agora... Homens cumpram


... com as vossas tarefas. Coloco este post porque eu ao fim de semana não cumpro. Seduzam e deixem-se seduzir pedindo ajuda ao homem da lixa!
Divirtam-se, isto é o marketing no seu melhor, até eu já vou cumprir todos os dias.

domingo, 22 de novembro de 2009

Já ou Agora.... A escolha.....




.... dos militantes do PSD foi inequivoca. Depois dos contratempos e da contra informação, a democracia venceu no PSD de Matosinhos.
Segue a nova Comissão Politica e Mesa da Assembleia a assumir funções:

Comissão Politica

Presidente – Pedro da Vinha Costa
Vice-Pres. – Carlos Sousa Fernandes
Vice-Pres. – Lurdes Sousa
Tesoureira – Teresa Candeias
Vogal - António Herdeiro
Vogal - Duarte Laranjeira
Vogal - Fernando Pereira
Vogal - João Santos
Vogal - Joaquim Pinto Lobão
Vogal - José Leirós
Vogal - Lino Curval
Vogal - Manuel Babo
Suplentes - Filipe Gomes e José Nogueira

Mesa do Plenário

Presidente – António Salazar
Vice-Pres. – Jorge Magalhães
Secretária – Ana Candeias

Como estamos em festa da democracia, partilho um video histórico de uma geração.
Vamos Recordar....
Um achado do Rui Pedro Oliveira.


terça-feira, 10 de novembro de 2009

Já ou Agora... Marilia

No livro ‘Eu que amo tanto’ da jornalista Marilia Gabriela, podemos encontrar confissões de 13 mulheres que tiveram a coragem de partilhar a sua história. É um livro que fala sobre o amor excessivo, sobre o ciúmes doentios, sobre a força que este sentimento tem e que por vezes nem sempre leva a finais felizes.
Uma excelente leitura para mulheres que deixam de viver suas próprias vidas para viverem em função de um homem, mulheres que abdicaram das suas carreiras, vida familiar, trabalho, estudos, amigos para se dedicarem exclusivamente a um amor doentio e que por vezes as leva a beira da loucura!

O que é prioridade hoje, pode não ser amanhã, o que acreditamos hoje podemos deixar de acreditar amanhã, pior é as desculpas que arranjamos hoje, para ficar bem amanhã e conseguir mudar de prioridade ontem, para continuar sempre bem nos dias seguinte.
O politicamente corecto do falso amor, da falsa ilusão em busca de manter a amizade.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Já ou Agora.. Para quê a inveja....


... a intriga e o ódio. tanta confusão para quê, acham que vale a pena existir?
Vejam o vídeo. Emocionante!


Já ou Agora... O futuro dos filhos....

... Será serem pais dos seus pais? Na década de 90, uma das grandes tendências era sair de casa, viver só, cada um fazer a sua vida, contudo agora as coisas têm uma tendência diferente. As novas famílias estão a ficar parecidas com as dos séculos anteriores. As pessoas constituem família mais tarde, os filhos ficam em casa dos pais bem depois dos 30, ou seja começam a constituir-se famílias de múltiplas gerações debaixo do mesmo tecto. Mais, nas gerações daqueless que saíram de casa na década de 90 o fenómeno inverte-se, ou seja os pais estão a ir para a casa dos filhos e a se integrarem. Os dois fenómenos acontecem em paralelo.
O porquê de isto estar a acontecer?
O esperança de vida aumenta, o tempo de reforma é maior, o emprego ou a actividade profissional termina mais cedo, a realidade económica adversa, o elevado custo das casas e os baixos rendimentos, entre outros.
Em resumo dá que pensar este fenómeno de famílias alargadas e perguntar se serás pai dos teus pais?

Vamos reflectir nesta mudança social.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Já ou Agora... Tributo e uma grande mensagem

Xutos & Pontapés - Por quem não esqueci - Versão video do Second Life


Há uma voz de sempre
Que chama por mim
Para que eu lembre
Que a noite tem fim

Ainda procuro,
Por quem ñ esqueci
Em nome de um sonho,
Em nome de ti


Procuro à noite, um sinal de ti
Espero à noite, por quem não esqueci
Eu peço à noite, um sinal de ti
Por quem eu não esqueci

Por sinais perdidos
Espero em vão
Por tempos antigos, por uma canção
Ainda procuro, por quem não esqueci
Por quem já não volta, por quem eu perdi




Já ou Agora... Oeiras a 100%


Este ano, conheci melhor Oeiras. Por diversas e boas razões, a principal a Amizade.
Gosto de Oeiras.
Tem qualidade de vida, respira-se isso, respira-se também que as pessoas têm orgulho da localidade onde vivem e reconhecem o seu desenvolvimento. Um crescimento com desenvolvimento e não só crescimento!
Oeiras é um concelho positivo, que tem algo que me agrada muito, tem praia e mar, tem história, tem tecnologia, tem emprego, está estruturada, tem um rumo.
Dentro de menos de um ano talvez rume a sul e o meu rumo a sul pela qualidade de vida com toda a certeza que Oeiras será o local escolhido para mudar de vida.

Fiquem a conhecer melhor Oeiras e saibam que é o 3º melhor Concelho do País para se viver... Descubram aqui! E tirem as devidas conclusões. Copiar estratégias e rumos não é sinal de burrice, mas sim de inteligência e Oeiras é um exemplo a seguir!

Já ou Agora... Mães à Moda Antiga


MÃES DE ANTIGAMENTE

Coisas que a Mães diziam e faziam...
E que às vezes ainda dá vontade de dizer….

A Minha Mãe ensinou-me a VALORIZAR O SORRISO...
'RESPONDE-ME DE NOVO E LEVAS NOS DENTES!'

A Minha Mãe ensinou-me a RECTIDÃO.
'EU PONHO-TE DIREITO NEM QUE SEJA PRECISO UMA CARGA DE PORRADA!'

A Minha Mãe ensinou-me a DAR VALOR AO TRABALHO DOS OUTROS...
'SE TU E O TEU IRMÃO QUEREM MATAR-SE, VÃO LÁ PARA FORA, ACABEI DE LIMPAR A CASA!'

A Minha Mãe ensinou-me LÓGICA E HIERARQUIA.
'PORQUE EU DIGO QUE É ASSIM! PONTO FINAL! QUEM É QUE MANDA AQUI?'

A Minha Mãe ensinou-me o que é MOTIVAÇÃO...
'CONTINUA A CHORAR QUE EU VOU DAR-TE UMA RAZÃO VERDADEIRA PARA CHORAR!'

A Minha Mãe ensinou-me a CONTRADIÇÃO...
'FECHA A BOCA E COME!'

A Minha Mãe ensinou-me sobre ANTECIPAÇÃO...
'ESPERA SÓ ATÉ O TEU PAI CHEGAR A CASA!'

A Minha Mãe ensinou-me sobre PACIÊNCIA...
'ESPERA... QUANDO CHEGARMOS A CASA VAIS VER ...'

A Minha Mãe ensinou-me a ENFRENTAR OS DESAFIOS...
'OLHA PARA MIM! E RESPONDE QUANDO EU TE FIZER UMA PERGUNTA!'

A Minha Mãe ensinou-me sobre RACIOCÍNIO LÓGICO...
'SE CAIRES DESSA ÁRVORE VAIS PARTIR O PESCOÇO E EU AINDA TE DOU UMA SOVA!'

A Minha Mãe ensinou-me MEDICINA...
'DEIXA DE REVIRAR OS OLHOS MENINO! PODES APANHAR UMA CORRENTE DE AR QUE TE VAI DEIXAR VESGO PARA TODA A VIDA.'

A Minha Mãe ensinou-me sobre o REINO ANIMAL...
'SE NÃO COMERES ESSAS COUVES, OS BICHOS DA TUA BARRIGA VÃO COMER-TE A TI!'

A Minha Mãe ensinou-me GENÉTICA...
'ÉS IGUALZINHO AO TEU PAI!'

A Minha Mãe ensinou-me acerca das minhas RAÍZES...
'PENSAS QUE NASCESTE NUMA FAMÍLIA RICA É?'

A Minha Mãe ensinou- me sobre a SABEDORIA DE IDADE...
'QUANDO TU TIVERES A MINHA IDADE VAIS ENTENDER, E JÁ SERÁ TARDE DEMAIS.'

A Minha Mãe ensinou-me sobre JUSTIÇA...
'UM DIA TERÁS FILHOS, E ELES VÃO FAZER CONTIGO O MESMO QUE TU FAZES COMIGO! AÍ VAIS VER O QUE É BOM!'

A Minha Mãe ensinou-me RELIGIÃO...
'REZA PARA QUE ESSA MANCHA SAIA DO TAPETE!'

A Minha Mãe ensinou-me o BEIJO DE ESQUIMÓ...
'SE VOLTAS A ESCREVER DE NOVO, EU ESFREGO-TE O NARIZ CONTRA A PAREDE!'

A Minha Mãe ensinou-me CONTORCIONISMO...
'OLHA SÓ PARA ESSA ORELHA! QUE NOJO!'

A Minha Mãe ensinou-me DETERMINAÇÃO...
'VAIS FICAR AÍ SENTADO ATÉ COMERES TODA A COMIDA QUE TENS NO PRATO!'

A Minha Mãe ensinou-me habilidades como VENTRILOQUO..
'NÃO RESMUNGUES! CALA ESSA BOCA E DIZ-ME POR QUE É QUE FIZESTE ISSO?'

A Minha Mãe ensinou-me a ESCUTAR ...
'SE NÃO BAIXAS O VOLUME, EU VOU AÍ E PARTO ESSE RÁDIO!'

A Minha Mãe ensinou-me os NÚMEROS...
'VOU CONTAR ATÉ DEZ. SE ESSE VASO NÃO APARECER LEVAS UMA SOVA!
E o que acontece nos dias de hoje?

Já ou Agora... Quem tem razão?



Nietzche afirma a ideia do eterno retorno, ou seja, que todos os acontecimentos da vida de cada um e história da humanidade, irão repetir-se inúmeras vezes; que tudo o que acontece já aconteceu antes e irá se repetir. Milan Kundera nega esta ideia, dizendo que o eterno retorno é o mais pesado dos fardos, e que a ausência total de fardo faz com que os movimentos humanos sejam tão livres quanto insignificantes. O que escolher? O peso ou a leveza?

Quem acham que tem razão?

domingo, 1 de novembro de 2009

Já ou Agora... Dia 1


....Definitivamente, detesto o dia 1 de Novembro... Esta época do ano para mim é a pior. Deprime-me, o meu metabolismo altera-se, os meus níveis de motivação baixam, não raciocino. Se pudesse retirava Novembro do ano.
Tudo é mais triste e eu fico de rastos.... Um mês que me faz sentir só! Vamos lá fazer com que passe rápido...
Oxalá por decreto se pudesse passar de Outubro para Dezembro!

sábado, 31 de outubro de 2009

Já ou Agora.... Pelas 17h nos Paços....


... do Concelho, será a tomada de posse dos novos eleitos. Dois deles do PSD coligaram-se com os socialistas, contrariando a indicação de voto expressa pelos matosinhenses e sem ouvir o Partido em Matosinhos. Estes dois senhores são a cara da asfixia democrática no PSD em Matosinhos. Penso que a partir de hoje o seu percurso está definido, mesmo sem dizerem uma única palavra. Certamente que o PSD em Matosinhos poderá definir um rumo e respirar melhor. O PSD não manda nesses senhores, mas esses senhores não podem nem deviam querer ser donos das intenções dos Sociais Democratas de Matosinhos. A eles desejo, bom governo...

Já ou Agora .... o que me mata por dentro....!

"Muitos conseguem suportar a adversidade, mas poucos toleram o desprezo."
Thomas Fuller

A sensação de desprezo, incomoda, não é agradável, mata, doí e acaba por tornar algo que achávamos que tinha valor exactamente no contrário.
Prefiro ser odiado a desprezado.

Um pensamento antes do dia das bruxas.

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Já ou Agora... Inovem

Inovem, sejam diferentes, impressionem. Neste mundo em que a tecnologia cada vez domina mais, onde os computadores portáteis são imprescindiveis e o acesso à Internet também. Uma t-shirt com detector wi-fi pode fazer milagres para nos manter próximos do mundo cibernético.
Fashion, inovador, útil e diferente. Também querem, já à venda.... perguntem-me como....
Tudo isto porque hoje é sexta....
Imediatamente ao alcance de um click....

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Já ou Agora... Ajoelho-me, benzo-me, arrependo-me, esconjuro-a

.... o que está no topic deste post, é o que certamente José Saramago e a Igreja nunca irão fazer. Qual deles tem razão, nesta discussão? Penso que ninguém. Mais uma vez, esta "guerra" do Saramago ateu contra a Igreja, é o que apelido de Revolucionário. A Igreja quanto a mim, ou melhor a religião, são o maior partido politico que existe. Saramago o eterno revolucionário de esquerda. É o que isto é. Uma "guerra" entre a extrema esquerda e a extrema direita. Ambos são altamente metafóricos, os livros de Saramago são, e as "histórias" da Igreja também. Dêem-se ao respeito. Mas quem fica a ganhar com tudo isto? Sem dúvida que Saramago por toda a ajuda que lhe deram nas vendas do seu novo livro "Caim".
Saramago, desperta ódios velhos, ele admite-o, contudo demonstra uma atitude de rancor onde só lhe ficava bem um pouco de respeito pela religião e principalmente pelas pessoas que têm fé na sua prática. Muitas das guerras do mundo tiveram a sua origem nas diferenças religiosas, Saramago acaba de continuar uma guerra de retórica entre o ateísmo e o mundo da religião, católica, judia etc... Saramago diz que não se pode confiar em Deus, eu pergunto e podemos confiar nele? Não estou aqui a defender a Igreja, contudo acho que o que é demais é exagero.

Atirem-lhes Água Benta, tudo o resto depende da vossa fantasia.

Segue algo na época polémico, mas muito bom ao ouvido. Apreciem!

Já ou Agora ... Porque a Páscoa...

... Também pode ser quando o homem quer... Aqui vai um arquivo que ninguém pode ficar indiferente, porque quer se goste ou não, fala-se de história, de algo mítico que atravessa gerações. E como recordar é viver, segue abaixo o arquivo de tantas coelhinhas, que o leitor pode escolher uma companhia para cada Páscoa que queira.

Click aqui e viaje na história e nas capas que atravessam gerações de 1953 a 2008. Viagem no tempo mas não se despistem!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Já ou Agora ... Moments



A vida é feita de momentos. Uns mais relevantes, outros menos, uns eufóricos, outros que nos deixam tristes, outros que criamos expectativas e ainda outros que se transformam em desilusão.
Todos nós nas nossas memórias fixamos momentos que nos foram importantes pela positiva e pela negativa, momentos que nos marcaram e que nunca serão esquecidos, momentos que farão parte do filme da nossa vida, flashes que nos definem como homens, atitudes que nos deixaram orgulhosos e outras menos.
Momentos do primeiro encontro, do primeiro beijo, da primeira desilusão, da primeira discussão, da primeira conquista, da primeira perda, do primeiro emprego, do primeiro projecto, do primeiro dia de aulas, da primeira vez e da ultima vez.

Segue um filme intitulado "moments" de Will Hoffman que celebra os momentos da vida inspirado no livro de David Eagleman's , "Sum".

Pensem tal como eu nos momentos que passaram e reflictam nos momentos que vivem no presente... Sim pode sair um turbilhão de momentos que podem deixar confuso, mas aprendam com os maus momentos e ganhem forças e vivam os bons momentos passados, presentes e sonhem com os futuros se for caso disso.


domingo, 25 de outubro de 2009

Já ou Agora... A beleza de...







Uma mulher de 45 anos, que está sempre In e que me deixa completamente Out. A mulher latina no seu esplendor, de seu nome Monica Belucci. Para descrever a beleza ela cita Óscar Wilde " A beleza dura 5 minutos". É a cara da Dior à 5 anos, come pizza e chocolates e recusa ir a ginásios porque diz ela que detesta ser um "soldado" com horas para tudo.

Siga a entrevista do Expresso

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Já ou Agora... e porque hoje é sexta

Divirtam-se no fim de semana... e se conduzirem não deixem que o alcool seja vosso pastor, comam apenas amendoins e relaxem.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Já ou Agora... O fim de um ciclo....


... o começo de outro. No desporto, quando não se obtém resultados, normalmente o que acontece, chicotada psicológica e os dirigentes respondem logo que é o inicio de um novo ciclo. Na politica, quando os maus resultados acontecem e os objectivos não são atingidos, normalmente ou quase sempre o líder demite-se, outros se candidatam e um novo ciclo se inicia. Na vida profissional, esta também é feita de ciclos, com a pressão dos resultados, com a ambição, com o profissionalismo, com o reconhecimento do trabalho realizado, com o sucesso e com os insucessos, toda uma carreira também é feita de ciclos. E na nossa vida, toda ela é feita de ciclos, uns que terminam, outros que recomeçam e ainda outros ciclos que se iniciam, terminam e recomeçam sem se dar conta. Na vida pessoal por vezes escolhe-se um ciclo que se deseja que seja longo para em conjunto se iniciar novos ciclos de vida em redor desse, com o objectivo de construir um projecto em comum, solido, combativo, invencível e que a todo o momento se acha que esse unir esforços, essa cumplicidade, essa partilha se torna tão invencível que é para toda a vida. Claro que existem este projectos e estes ciclos, mas são poucos. A minha vida vai tomar um novo rumo, um novo ciclo. Tantas vezes comentei neste blog, aquelas palavras já tão raras e sábias que estavam em cada passagem de nível sem guarda: Pare, Escute e olhe. É o que vou fazer, Parar para pensar as opções, o caminho a seguir, as escolhas que vou avançar, as escolhas que vou parar momentaneamente e também aqueles sonhos ou ideias que à partida neste momento terei que dizer não. Escutar, o que me rodeia, ser racional, assentar ideias, perceber onde errei, onde tive razão, sair de mim e escutar todos aqueles sons que eu não tive capacidade de captar. Olhar, este sim, depois de realizar os dois anteriores com cabeça, tronco e membros, seguir em frente e entrar no novo ciclo, com a confiança de que a opção tomada esteja certa ou errada, será o caminho a seguir, não esquecendo todas as responsabilidades adjacentes. Obrigatoriamente terei e vou fazer isto, aliás já comecei a partir de hoje. Se não o fizer corro o risco enorme de vir o comboio e ser completamente esmagado por tudo que devia ter feito e não fiz e por tudo que fiz e não devia ter feito. Será difícil, com toda a certeza que sim. Sei que vou desiludir pessoas que nunca gostaria de desiludir, sei que vou perder amizades que nunca gostaria de perder, certamente perderei rotinas que adoraria, enormes conquistas e descobertas que tive com toda a certeza que irão pela a agua abaixo, mas terei aqui a oportunidade de recuperar todas as desilusões, amizades que sempre desejarei manter, novas portas se abrirão, se tiver a capacidade de resolver tudo step by step. Mas o que é que não é difícil nesta vida, quem acha que será sempre fácil, será completamente iludido. Nos fins de ciclo tal como no futebol ou na politica, a culpa nunca morre solteira, é sempre de mais que um.... Para tal basta resolver que tema não resolvido um de cada vez... a partir de hoje, com calma e ponderação... Até já.


domingo, 18 de outubro de 2009

Já ou Agora... Este

... é um pais que quanto a mim decreta demais e tem leis a mais.... falo disto por causa de algo que até nem aprecio muito. O caso do circo. Mas não haveria outra forma de "decretar" as condições básicas de bons tratos dos animais do circo. Concordo que existem circos que nunca deveriam existir. Mas, não consigo imaginar um circo sem animais, isto apesar do que se chama o novo circo. Concordo plenamente quando é afirmado que esta lei defende essencialmente os parques temáticos. Penso, tantas coisas mais importantes de serem tratadas e resolvidas neste país. Mas este tema do circo leva-me a pensar que as coisas naturais para nós da geração dos 30 anos aos 40 estão a acabar. Será que estamos a ficar velhos, nostálgicos, retrogados, pouco evoluídos no tempo?
Para não pensarem muito nestas questões, pensem antes em todas as coisas boas que ainda podem fazer antes de morrer, tipo:
os 1001 lugares para visitar antes de morrer;
os 101 locais para terem sexo antes de morrer;
as 1001 cervejas que têm de beber antes de morrer;
etc...
Façam tudo isto antes que chegue algum decreto que execute a sua proibição.
Porque escrevi isto? Simples, leiam o artigo do Luis Pedro Nunes na revista do Expresso desta semana.
Quantos de nós não tem um desejo escondido de realizar algo antes de morrer e de preferência que não seja por decreto.... deixo-vos de uma forma nostálgica esta musica do Leonard Cohen

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Já ou Agora.... selos

Os CTT acabam de lançar uma colecção de selos que tem muito de mim. É a série "Os Selos e os Sentidos". Nessa coleccção estão representados os cinco sentidos, que eu sigo respeito e dou muito valor. É uma questão de sentimento. Uma colecção que é um tributo à harmonia do equilibrio.

Procurem os vossos cinco sentidos sem desistirem e vivam-nos All Around The World



segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Já ou Agora ... Faz sentido?

Já ou Agora... O que por vezes não faz sentido, traz sentido? O dilema do que faz ou não sentido? Qual o melhor sentido? O racional ou emocional? Como se entra no mais correcto discernimento do que faz sentido? Qual o rumo a tomar quando não se sabe o que faz sentido? Qual a opção a tomar?
Faz sentido que por vezes na vida tudo se desmorone como um baralho de cartas e se arranje forças para voltar a apanha-las? Faz sentido que em vez de tudo se desmoronar, tudo aconteça como peças de dominó a cair uma após outra e se entre nos pormenores chatos do que faz ou não sentido?
O que a mim faz sentido, a vocês pode não o fazer. Aqui a parte difícil é quando se consegue o equilíbrio do que faz sentido para mim e para vocês.
A vida com sentido é composta por vitórias e derrotas, e feita de dificuldades e alegrias, e feita de decisões tomadas de quando se deve avançar, parar ou recuar. O parar, escutar e olhar é fundamental para se ter uma vida com sentido. A questão acontece quando entre duas pessoas há algo que não faz sentido para uma e na outra faz todo o sentido, apesar de haver um pseudo desejo comum. Que se deve fazer quando se quer tomar uma decisão e se tenta perceber o que faz mais sentido. E se a decisão a tomar por um lado, leva o sentido de uma mudança a 180º, e se o outro sentido da decisão é algo que se quer muito, mas não se tem a certeza do futuro, e quando o outro sentido da decisão implica a racionalidade e a emoção ao mesmo tempo, e se ainda o outro sentido da decisão e ficar egoísta e ser mais feliz, e quando sabemos que o sentido desta decisão poderá trazer algo reconfortante, mas que no fundo nada é garantido. Mais difícil é que todas estas decisões fazem sentido. Contudo faz sentido dar sentido a estas decisões? Sim, claro que sim, ainda mais quando se sabe que qualquer uma delas tem um objectivo porque previamente houve descoberta, uma bonita descoberta e o sentimento de no futuro não haver o vazio de algo que devia ter feito. Enfim, não me quero arrepender mesmo que o futuro diga que a decisão é errada. Do outro lado nada é certo, nem nunca será, mas é o risco de gostar que a vida tenha um sentido, o meu sentido que poderá dar a um beco sem saída, a um entroncamento ou uma serie deles, ou então o ideal que se encontre o destino final do sentido desejado. Este ultima sim é o que faz sentido, mas poderá não trazer sentido.
Este é o meu sentido... que parece fazer mais sentido, que é procurar o meu próprio sentido... Desde o dia 8 tenho reflectido muito neste sentido, muita coisa que não aproveitei, muita coisa que achei valer a pena mas que é uma ilusão, muita coisa que fazia sentido mas que já não faz, daí a busca do sentido, sem criar estados de sentir colaterais....

Fui enigmático e encriptei... mas este blog também é uma partilha consentida...

Um presente para quem hoje lança um novo album....

Já ou Agora ... Pós Reflexão

Desde o dia 8 até hoje, estive a reflectir... Não foi uma reflexão profunda, até porque o País, Matosinhos e eu às tantas não merecemos. Quanto ao eu da minha reflexão não vou falar aqui, mas quanto ao País e a Matosinhos, apenas quero dar um comentário. Nestas autárquicas o que contam são as pessoas, é o poder que mais devemos respeitar, é o que deveria de ser o borbulhar da democracia. Mas o que vimos? Um País cansado de eleições, os Portugueses cada vez mais desacreditados com os seus políticos, o "Partido" da abstenção cada vez mais forte. Em todos estes actos verificamos isso e o mais preocupante é o facto da tendencia abstencionista se manter alta numas eleições em que as pessoas estão bem mais próximas dos políticos que vão gerir os destinos das suas terras durante 4 anos. Continua a bipolarização do poder, com PS e PSD a dominarem em mandatos e os chamados partidos pequenos a não se catapultarem nesta esfera de poder. Pergunto um partido sem poder autárquico pode ambicionar a ser um partido de poder nos desígnios do País? A minha pena é que Portugal continua moribundo, começo a ser um defensor de uma união nacional em que por 4 anos "sem se parar a democracia" os partidos com responsabilidades que coloquem Portugal acima dos seus interesses nos tirem deste marasmo.
Em Matosinhos, a minha terra, o que eu esperava aconteceu. Sabia que um dos Guilhermes ganharia, ponderei que até poderiam ganhar os dois, pensando tal como aconteceu que o Guilherme que estava na pole position não iria alcançar a maioria absoluta, mas o outro Guilherme certamente não será o joker. Guilherme Pinto ganhou conforme o esperado, Narciso deu luta mas não chegou lá, contudo terá uma palavra a dizer ou não... a ver vamos no futuro ( a presença dele na vereação é imprescindivel para que esta não se transforme em uma maioria absolutissima). Quanto ao PSD, o que eu pensava que aconteceria, um partido em Matosinhos, oco a olhar para o umbigo, a viver de ilusões, a não se saber gerir, a não saber o que quer e entretido como sempre com as suas intrigas internas. Enfim uma novela que não acaba. Sou um dos que acha que os candidatos à Câmara não terão que ser da terra, mas terão que cumprir e dedicar-se se pretenderem mesmo ajudar. Insisto o PSD de Matosinhos tem que ter alguém, seja de cá ou não, mas que assuma com TODOS um projecto a 8 anos, que saiba perder, que seja aglutinador, mas que acima de tudo saiba conquistar e criar um clima de confiança para conseguir ser uma alternativa válida. Neste momento o PSD em Matosinhos não é nada, ou melhor será talvez um parque temático onde se brinca ao poder sem o ter, mas vivendo no mundo do faz de conta sonhando que um dia terá. Fico muito triste quando o nº2 à CMM deste partido quase apelida de "estúpidos" os Matosinhenses pelas opções que tomaram. Não me revejo neste discurso. Qual o conceito de democracia? Quem não está bem ponha-se. Triste também com a saída de Honório Novo, faz falta a Matosinhos, a CDU é necessária como oposição.
Imagino hoje as pessoas que estiveram com o telemóvel colado ao ouvido à espera que tocasse...
Esta é a minha visão do que vi, o que senti mais para mim virá num outro post, neste blog que falo de tudo, mas também muito de mim de uma forma encriptada.

Imediatamente as reflexões politicas acabaram.... Ufa!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Já ou Agora... Vou....

... Vou reflectir até Domingo... como será a reflexão na segunda?

Uma coisa sei... nada será igual, no País, em Matosinhos e em mim....

Sigam este link vejam se notam algum reflexo

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Já ou Agora... If Today....

... was your last day.
Hoje consigo interpretar esta musica de forma diferente. E quando a ansiedade de realizar o projecto de vida demora e demora e demora, que parece o coelhinho da Duracel. Mesmo sabendo de antemão que o tal desejo pode nunca acontecer. Daí viver cada momento como se fosse o último dia, recordar todos os momentos, resolver as coisas do passado. Apetece-me abraçar o mundo e realizar o meu projecto de vida. Descubro a cada dia o que quero da vida, mas consciente apenas do que posso ter dela. Sou feliz porque descobri.....
Sintam e pensem na letra desta musica que partilho! Façam o favor de serem felizes! O Raul está coberto de razão.

sábado, 3 de outubro de 2009

Já ou Agora... Divirtam-se e treinem...



O vosso inglês. Vejam com é divertido. Leiam em voz alta!

Em Português:

Três bruxas suecas e transsexuais olham para os botões de três relógios Swatch suíços. Qual bruxa sueca transsexual olha para qual botão de qual relógio Swatch suíço?

E agora em inglês:

Three Swedish switched witches watch three Swiss Swatch watch switches. Which Swedish switched witch watch which Swiss Swatch watch witch?

Afinal o que é mais dificil?

Já ou Agora.. A Crise Segundo o Albert


... Einstein pois está claro... Partilho convosco este texto brilhante.... Vamos interpretar e entender, em resumo bora lá seguir em frente!

"Não pretendamos que as coisas mudem, se fizermos sempre o mesmo. A crise é a melhor benção que pode ocorrer com as pessoas e países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia, como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera-se a si mesmo. Quem atribui à crise os seus fracassos e penúrias, violenta o seu próprio talento e respeita mais os problemas do que as soluções. A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países, é a esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em vez disso, trabalhemos arduamente. Acabemos, de uma vez por todas, com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la".

Albert Einstein

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Já ou Agora ... e o sentimento de perda


Hoje volto a falar de sentimentos... sentimento de perda, com as nuances de saudade, vontade de voltar a ter, arrependimento, correcção, falta de, voltar atrás, entendimento etc.
O homem, atinge normalmente a sua plenitude quando isto acontece: pensar, agir, imaginar, amar. O problema é o equilíbrio destes estados bem como fazê-los acontecer em sintonias melódicas... a vontade de querer mais e acima de tudo a ansia da conquista, mas também a insegurança de não os perder. A chave é potencializar tudo isto em acção.
Todos nós já experimenta mos, situações emocionalmente positivas e negativas. Nas negativas normalmente aparece a confusão. Por uma acção que pode ser verbal, de atitude, de omissão etc. Coisas que por vezes podem parecer não ter pés nem cabeça, onde a informação é difícil de entender. É neste campo que normalmente as mulheres levam a melhor, com o seu controlo emocional, com a génese da sua forma de pensar e com o seu sexto sentido. Admito que são mais evoluídas que nós homens, a começar pelo facto de conseguirem fazer mais que uma tarefa ao mesmo tempo, que inveja!. Agora e quando se conjuga, sentimentos de afectividade, projectos de vida, cumplicidade, necessidade de estar e partilhar ou a simples necessidade da presença e toda esta ânsia de acção se conjuga e leva a um limite de distanciamento, irritabilidade, falta de paciência, rabujisse, tudo isto pela contradição de querer e não poder e de adorar ter poder para ter. Relega completamente para o sentimento de perda porque provocou um distanciamento, pela a acção da discussão, falta de entendimento ou pela simples saudade de voltar a ter os momentos. Pode ser fácil de resolver toda esta questão: pelo afastamento, pela ausência, pela quebra de rotinas e acções.... Mas o que acontece se a emoção descontrola a racionalidade desta decisão de acções? Que acontece quando as pessoas ficam irritadas por esta falta de controlo, de assumir a inércia de não conseguir ter a atitude mais racional. Eu irrito-me profundamente... mas adoro a sensação de quando consigo não ser racional e deixar-me seguir pela emoção de querer ter essa emoção apesar de por vezes não poder. Sabe bem, é divino, faz recordar, projectar o futuro, dá a doce sensação louca de plenitude... Normalmente com estes sentimentos de perda quando estes próprios sentimentos são puros e de querer pode acontecer duas de uma. Conseguir corrigir, voltar atrás e reformular ou então pura e simplesmente perder por um tempo a prazo ou definitivamente. O povo costuma dizer que só se dá valor às coisas quando as perdemos e para que tal não aconteça, tanta acção terá que se fazer, tanta presença mental do que se quer realmente se tem que ter para que evitemos o sentimento de perda e se atinja o sentimento de plenitude... Eu tento não conseguir viver muitos sentimentos de perda.... prefiro conquistar a plenitude, mesmo que tal me custe muitos dissabores... Viva a emoção!

Nota: Imagem retirada do blog madalena.blogs.sapo.pt